Talvez nem eu saiba do tamanho da minha vontade de te deitar no meu colo e te ninar, feito criança. Nunca permaneço completa depois de olhar nos seus olhos. Você me leva um pedaço, e é nesse compasso que eu tento alinhar tudo o que você desalinhou aqui. Vou desafiando suas mãos, e quase consigo decifrar os seus silêncios, tão sutis e pesados e longos e esperados. Podíamos fundir suas oscilações com as minhas certezas, e colorir todos os nossos pedaços opacos. Levo tudo o que dividimos, e você, o egoísmo.