Pra quem eu entrego todo o amor que posso ter no peito? O que eu faço com esse desejo oprimido de ter alguém pra entregar meus sorrisos? Onde coloco minhas mãos, na falta de outras, mesmo vãs? Onde guardo os abraços não dados e os olhares não trocados? Deve haver um porto, pr'eu me afundar.