A nossa ausência, sua permanência, minha paciência. Entrelaçamos nossos cortes, nossos risos, nossas mãos. Juro que podia ver eles mudando de cor, assim como meu sorriso mudava de tom. Nossos corpos se movimentaram com as notas daquela música, num ritmo descompassado, tão errado que se tornou certo. Certo ali, agora. E eu vou sem me preocupar, um par.