Eu sei, meus olhos ficaram pequenos. Eu sentia minhas pernas tremerem. A água entrou pelo meu nariz. Insisti em brincar com aquilo, mas meu bom senso me fazia achar a superfície, através de um braço qualquer, ou a margem. Aliás, eu saia da margem. Olha, eu tive vontade de sair da margem pra sempre. Eu tive vontade de não voltar, ficar ali até que eu não visse mais nada, mas sabe, sempre me faziam ver.