Eu me sinto nua toda vez que você aparece na porta e sorri, me despindo de todas as armas que eu havia criado enquanto dirigia pra sua casa.Tento arranjar motivos pelos quais ainda dirijo pro seu peito, sem resposta, paralisada pelas suas mãos. Desisti de entender como seu amor se tornou o meu, ou como seu cheiro é inevitável às mãos. E meus dias se passam assim, entre olhos, mãos, peito e gozo. No peito fiquei, ficaste, estamos.