Entre idas e vindas, fiquei. Resgatei seu abraço quente num bar qualquer, quis misturar cada ponto do meu corpo com a sua mesmice. Me perdi nos seus olhos espremidos de bebida, querendo eles nos meus, uma vontade alheia de te ter dentro de mim, assim, sem pressa, aliviando todos os segredos gentis nos ouvidos. Fedemos alegria, cambaleando pelo passado, tentando não misturar o doce com o amargo. Repousei no seu peito e sorri para o lençol ainda quente, como pra não esquecer o compasso do caminho até aqui. Café para dois, por favor.