Eu só queria ficar. Permanecer. Continuar aquilo com gosto de não-consigo-sair-daqui. Dizer preciso com todas as letras, sem me perder no meio da incerteza, querendo sussurrar no ouvido: sim. Queria esquecer de como se escreve o vazio, como quem balança os lençóis cheios de planos, suores, danos. Sorrir, sem pressa, respondendo qualquer olhar sete-vezes-doce. Eu quero café, quero beijo na testa, quero estar, estar, estar.