Mas é quando você diz, baixinho, 'minha', que eu sinto uma vontade irracional de te envolver e fazer qualquer cafuné. Você quis desembaralhar meus olhares, em vão. Te faço um café, te faço sentar, te faço gostar, você finge não saber, mas eu desconfio. Te dou colo, você me dá doses diárias de nuvens e estrelas, e cores. Sobretudo, cores. Te mostro os caninos, você, carinhos. Silencio, desarmada.