Fiz um expresso, só pra secar a sede do prazer instantâneo guardado entre minhas pernas. Bebi a ternura dos teus braços e vomitei teu apreço fingido, teu líquido escarrado, como pra esquecer. Mordi teus lábios, com o canto da boca escondendo a vontade de gritar, fazer parar de girar, e a respiração cessar. Senti teu coração batendo por trás das minhas costelas e o quis nas minhas mãos. E amanhã de novo, amanhã todas as noites.