Morna, nada senão morna. Colei todos os pedaços que me faltavam, coloquei no lugar todas as borboletas do meu estômago e enfim, cansei de evitar o inevitável. Sabendo que amanhã a certeza será talvez, tratei de sorrir pro desejo e pra todas as velhas provocações que tanto me faziam falta. O ritmo é manso, despreocupado e eu me entrego até não sentir mais nada. Não prolongo minhas sensações só pra fluirem pelos meus poros. As guardo, aqui. É um vício.