Aquilo que me cala, nunca me acalma. Eu tento, juro que tento, acalmar todas essas sensações sem nome, sem tempo, que insistem em fazer parte de mim. Como um turbilhão de vozes que tem necessidade de se fazer ouvir. Tantas agonias que parecem bater asas, me fazendo ficar fora do chão. Ninguém escapa o peso de viver assim..