Sou companhia, mas posso ser infinitas vezes solidão. Sou tranqüila e inconstante, e posso trazer pedra em vez de coração. Trago sorrisos, sono e bom humor. Trago cacos que recomponho pouco a pouco, a todo instante. Trago meu silêncio e meu cd de rock. Trago o que me pedirem, mas só quando eu quiser. Eu posso ser o que imaginar, mas só quando eu quiser. Eu posso ser de alguém, mas só quando eu quiser. Jogo fora o que não me vale mais, e trago no peito um eterno desapego.
'Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca.'

Toque.